Nome: Mark Lee
Idade: 26 anos
Origem: Toronto, Canadá
Artistas favoritos: Frank Ocean, Bruno Mars, Justin Bieber
Para quem gosta de: RIIZE, WOODZ, SEVENTEEN
Antes de qualquer coisa, precisamos apresentar quem é Mark Lee e, falando do fundo do coração, não existe maneira simples de fazer isso. Um dos idols mais ocupados e completos, Mark é aquele tipo raro de artista que parece ter sido criado em laboratório para fazer tudo bem.
Com apenas 26 anos, ele é um verdadeiro all-rounder. Canta, dança, compõe, escreve, faz rap, cria melodias, performa como ninguém e, ainda por cima, está sempre em mil projetos ao mesmo tempo. Durante anos, chegou a fazer parte de mais de quatro grupos simultâneos (incluindo sub-units), mantendo um nível de entrega que deixaria qualquer pessoa normal exausta.
Hoje, ele equilibra essas funções com uma carreira solo que só cresce. E o mais curioso é que, mesmo sendo conhecido pelo trabalho nos grupos, Mark virou uma marca própria. Seu nome tem peso, sua estética é reconhecida instantaneamente e sua presença é tão forte que praticamente ninguém que acompanha K-pop passa ileso a ele.
Virou uma conta simples: se você gosta de de música asiática, automaticamente você conhece Mark Lee.
A infância de uma das maiores estrelas da música atual
Antes de ser esse fenômeno, Mark era apenas um menino canadense que adorava escrever. Crescendo em Vancouver e Toronto, ele percebeu cedo que tinha facilidade com palavras. Inspirado por Rick Riordan, Harry Potter e James Patterson, sonhava em ser escritor muito antes de sonhar com palcos.
“Eu sempre fui o tipo de cara que escrevia mais do que pediam… e isso acabou clicando pra mim”, contou. “Pensei, talvez eu tenha isso naturalmente? Mas a habilidade acabou virando muito para a escrita de rap (hoje em dia) também.”
Esse instinto literário explica bem seus mais de 80 créditos de composição, incluindo músicas que definiram gerações do NCT como “The 7th Sense”, “BOSS”, “Cherry Bomb” e “We Go Up”. E mesmo com tantos versos já escritos, o sonho continua: ele ainda deseja publicar um livro algum dia.
Mas, falando unicamente de música, Mark entrou na SM Entertainment em 2012, após passar em uma audição global no Canadá. No ano seguinte, mudou-se para a Coreia e passou a integrar o SM Rookies, um conjunto de trainees da empresa.
Os primeiros passos na indústria sul-coreana
Pelo SM Rookies, Mark apareceu em programas como EXO 90:2014 e estrelou a versão coreana de The Mickey Mouse Club. Ali, mostrava carisma e confiança quase que improváveis para alguém tão novo.
Em abril de 2016, fez seu debut oficial no NCT U com “The 7th Sense”, uma das músicas mais influentes da década no K-pop, responsável por estabelecer a estética experimental e futurista do NCT. A faixa chegou a ser incluída em diversas listas das “100 melhores músicas de K-pop” em portais como Billboard, Dazed, Insider, Melon e SBS.
Ele lembra desse momento com orgulho e carinho: “Nós éramos tão inocentes e tão animados para sermos apresentados ao mundo… Ter “The 7th Sense” como meu debut foi uma honra. A música bate muito forte. Até hoje.”
O nascimento de um grande fenômeno com o NCT 127 e NCT DREAM
Poucos meses depois, Mark foi anunciado como membro do NCT 127. Após sua estreia, com “Fire Truck”, o grupo recebeu aclamação imediata e reconhecimento internacional. Isso tudo desde o primeiro segundo.
Uma grande prova são os inúmeros prêmios de Rookie of the Year que ganharam, uma das categorias de destaque das maiores premiações sul coreanas. Entre as cerimônias onde alcançaram esse feito, estão Asia Artist Awards, Golden Disc Awards, MAMA Awards e Seoul Music Awards.
No mesmo ano, ele também integrou o NCT Dream, que rapidamente se tornou outro fenômeno entre o público jovem, além de um dos grupos de maior impacto global de sua geração. Entre seus feitos, estão três inclusões na lista 21 Under 21 da Billboard e presença entre os jovens mais influentes da Time.
A soma das units do NCT já rendeu a Mark mais de 10 Daesangs, prêmio mais importante de qualquer evento da Coreia do Sul, consolidando o músico como um sucesso não só para os fãs mas para os críticos também.
Dentro do NCT 127 e do NCT Dream, Mark viveu algumas das conquistas mais impressionantes de sua carreira. Os dois grupos estão entre os maiores nomes da indústria sul-coreana até hoje, com fama internacional e uma base de fãs gigantesca.
E, vamos ser sinceros? Nada disso aconteceu por acaso. Ambos chamaram atenção muito graças ao nível de talento, domínio de palco e versatilidade dos seus integrantes, características que o próprio Mark dominou perfeitamente. Não tinha como o resultado ser outro.
De idol para um artista completo
Em 2017, no auge da adolescência, Mark participou do reality High School Rapper, um programa de competição de hip-hop voltado exclusivamente para estudantes do ensino médio que precisam escrever, batalhar e criar músicas originais, revelando futuros talentos do rap coreano.
Ele chegou à final mas infelizmente não ganhou o prêmio. Sobre a experiência, contou: “Fui para aprender e consegui melhorar minhas habilidades. Vou lembrar desse período como algo que me despertou novas emoções e desafios.”
Essa fase consolidou sua credibilidade como rapper, indo muito além da imagem de idol. Foi também nesse período que ele começou a dar seus primeiros passos em atividades solo, participando de programas de TV e assumindo posições como apresentador de shows musicais. Aos poucos, construía uma presença individual forte, mostrando que sua versatilidade ia muito além dos palcos dos grupos em que fazia parte.
Os Vingadores do K-pop
Em 2019, a SM anunciou o SuperM, um supergrupo formado por alguns dos artistas mais influentes e experientes da empresa, incluindo Taemin (SHINee), Baekhyun e Kai (EXO), Taeyong e Mark (NCT 127) e Ten e Lucas (WayV).
A mistura de gerações, nacionalidades e estilos chamou tanta atenção que o grupo ganhou imediatamente o apelido de “Vingadores do K-pop”, e não demorou para provar que o nome fazia sentido. O debut foi planejado especialmente para o mercado americano e garantiu uma estreia direto em #1 na Billboard 200, feito histórico para qualquer projeto de K-pop.
A volta para o lugar em que nunca deveria ter saído
O NCT Dream nasceu com um conceito único: um sistema de graduação em que os membros deixariam o grupo ao atingir certa idade, permitindo a entrada de novos adolescentes e mantendo a proposta constantemente juvenil.
No papel, parecia um plano inovador, mas na prática foi bem diferente. Quando Mark se tornou o primeiro a “graduar”, em 2018, o impacto foi imediato. Isso porque ele não era apenas um integrante, era parte do coração do Dream, alguém que ajudava a moldar a personalidade, o som e até o espírito do grupo. Sua saída criou um vazio que nem o público, nem os próprios membros conseguiram ignorar.
A repercussão emocional foi tão grande que, dois anos depois, em 2020, a SM tomou uma decisão: aboliu o sistema de graduação e trouxe Mark de volta. A partir desse retorno, ele nunca mais deixou o papel de líder do Dream, guiando o grupo com uma mistura de maturidade, calma e carinho, como um verdadeiro irmão mais velho.

Ele mesmo descreve essa pressão de um jeito sincero emocionante: “Mais do que para os fãs, acho que sinto essa necessidade de fazer dar certo quando olho meus membros… Eu realmente quero levar nosso grupo para o próximo nível”.
The Firstfruit e sua vulnerabilidade mais pura
A jornada solo de Mark se consolidou oficialmente em 2022, quando ele lançou Child, uma faixa que imediatamente chamou atenção pela coragem de expor pensamentos tão íntimos.
No ano seguinte, ele retornou com Golden Hour, uma música igualmente marcante, cheia de metáforas criativas e um humor bem característico dele. Mesmo antes de um álbum completo, já era claro que Mark carregava uma identidade artística própria, iintensa, honesta e surpreendentemente madura.
Em 2025, ele finalmente lançou seu primeiro full album, The Firstfruit, um projeto que ele mesmo descreve como o mais pessoal da carreira e, realmente, o disco é quase como abrir um diário. Sobre esse momento, Mark contou: “Acho que esse álbum me ajudou a me encontrar, e espero que ajude quem ouvir a se encontrar também”. E dá pra sentir essa intenção em cada faixa.
O impacto emocional do álbum foi tão grande que até sua família ficou surpresa com o nível de vulnerabilidade que ele escolheu mostrar. Mark lembrou desse momento com carinho: “Meu pai ficou surpreso com o quão honesto e vulnerável eu fui… e isso me fez perceber que era a escolha certa. Fiquei orgulhoso de mim também”.
Passagens pelo Brasil e amor ao público do país
Mark esteve no Brasil três vezes, sendo uma com o NCT 127 (2023) e duas com o NCT Dream (2023 e 2024), todas marcadas pelo entusiasmo do público. Ele sempre comenta sobre a energia brasileira e sobre como se sente acolhido aqui, enquanto os fãs o recebem como um de seus integrantes favoritos em todas as units.


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